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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

A melhor forma de se poteger do frio e da chuva.

Chuva é bom, mas quando você está realizando uma caminhada, uma viagem ou mesmo um esporte de aventura, ela pode se tornar um tanto quanto inconveniente. Resolver o problema é relativamente fácil: basta ter uma boa roupa de chuva.

A tecnologia atual disponibiliza tecidos e modelos para uma diversidade de situações e necessidades. As vestimentas modernas não só protegem da chuva, mas também do vento, da neve e do frio. Várias fábricas disponibilizam uma grande diversidade de capas, ponchos, anoraks, blusões, jaquetas, parcas e calças, feitos em uma variedade de tecidos resistentes à água, em diversos modelos, possibilitando muitas opções de escolha para quem quer encarar uma aventura em um clima não muito amigável.

Antes de escolher a proteção de chuva mais adequada para você, considere primeiro suas necessidades. Pense como e onde você vai usar a roupa de chuva e preveja as piores condições meteorológicas que poderá encontrar. Leve em conta as temperaturas médias que espera encontrar, se o clima é seco ou chuvoso, o tipo de atividade que pretende praticar e, é claro, seu orçamento. Lembre-se que estar caminhando, correndo ou escalando, em uma trilha fácil ou difícil, em uma praia ou em uma montanha, faz toda a diferença na hora de escolher a vestimenta mais apropriada.

Para facilitar na hora da escolha, confira as dicas abaixo e veja qual a roupa ideal para você!

Tecidos

Roupas que protegem da chuva são feitas em três tipos de tecidos: à prova d’água/ respirável; resistente à água/ respirável; e à prova d’água/ não respirável.

  • À prova d’água/ respirável: são tecidos que possuem um tratamento que impede que a água penetre na roupa, ao mesmo tempo em que permitem que o suor se dissipe. Esses tecidos não são 100% à prova d’água ou perfeitamente respiráveis, mas são os mais apropriados para a maioria das atividades e condições climáticas. Existem dois tipos de tecido à prova d’água/ respirável: os laminados (uma membrana é laminada à uma base de nylon ou poliéster) e os revestidos (possuem um acabamento na parte externa que evita que a água seja absorvida pelo tecido).
  • Resistente à água/ respirável: são tecidos que não possuem um tratamento à prova de água, mas por serem extremamente fortes (como nylon ripstop), protegem do vento e de chuvas fracas, ao mesmo tempo em que permitem que o corpo respire (não retêm o suor). São indicados para quem vai praticar atividades de alto nível (corrida, ciclismo, esqui), pois permitem uma maior ventilação. Pelo mesmo motivo, também são mais apropriados para climas mais quentes. As roupas feitas com esse tipo de tecido são mais leves, menos volumosas e mais baratas. No entanto, não são adequadas para proteger em condições climáticas mais intensas, nem durante longos períodos de chuva
  • À prova d’água/ não respirável: são tecidos fortes e duráveis, como nylon revestido com poliuretano ou PVC, que fornece uma ótima proteção contra chuvas mais fortes, não permitindo que a água penetre na roupa, mas no entanto possuem pouca ventilação e retêm o suor do corpo. Portanto, são indicados para atividades leves praticadas em tempos pesados (fortes chuvas ou grandes ventanias). São os mais baratos dos três.

Modelo

Na hora de procurar uma boa proteção contra a chuva, o modelo não é apenas um detalhe a ser considerado, mas um aspecto bem importante. O corte da roupa e seus assessórios (bolsos, zíperes, elásticos, capuzes etc...) contribuem com a função geral da vestimenta. Considere o seguinte na hora de comprar:

  • Parca, jaqueta, anorak ou poncho: jaquetas com zíper frontal de abertura total são mais fáceis de vestir e tirar do que anoraks, que possuem apenas a entrada para a cabeça (como uma camiseta) ou um zíper frontal de abertura parcial. Por outro lado, a existência de muitos zíperes aumenta a chance de vazamento (ou seja, de que a água da chuva penetre). As parcas cobrem os quadris e protegem melhor o corpo todo, mas jaquetas curtas geralmente são mais versáteis e menos volumosas, fornecendo a mesma proteção quando combinada com calças. Ponchos são mais baratos, à prova d’água, e permitem uma grande ventilação.
  • Calças: calças com zíperes laterais nas pernas são mais fáceis de vestir, permite trocas rápidas no meio das trilha e podem ser colocadas por cima de qualquer roupa – até do calçado – sendo ajustadas com o fechamento dos zíperes. No entanto são mais caras. Calças com elástico são mais baratas e fornecem mais proteção em tempos de chuva contínua, mas ao mesmo tempo são menos práticas.
  • Capuz: um capuz integral (costurado à roupa) oferece mais resistência contra a chuva, mas um capuz que pode ser destacado por zíper é mais prático. Geralmente, tanto os capuzes integrais quanto os destacáveis podem ser enrolados ou dobrados e guardados na parte de trás da gola. Uma roupa com capuz significa mais proteção em climas ruins. Dê preferência para capuzes que possuam cordim, permitindo seu ajuste ao rosto, aumentando o conforto e a visibilidade.
  • Proteção do queixo: revestimento interno de lã ou tecido sintético na parte interna da gola, protege seu rosto da abrasão com o zíper e do frio. É um assessório importante em tempos mais frios ou mais chuvosos, quando se usará a blusa por mais tempo, completamente fechada.
  • Bolsos: quanto mais bolsos seu casaco tiver, mais fácil será para você guardar seus equipamentos, ferramentas e quinquilharias. Porém lembre-se: os bolsos cheios vão aumentar bastante o peso da roupa, assim como podem aumentar a probabilidade de vazamentos. Os bolsos devem ser de fácil acesso (fáceis de alcançar, fáceis de abrir e fáceis de fechar) e protegidos para evitar vazamento (de preferência com tampa).
  • Forro: os tecidos à prova d’água/ respiráveis geralmente possuem revestimento de nylon ou poliéster. Revestimentos em redinha pesam menos e permitem uma melhor ventilação que forros sólidos, mas não oferecem muita proteção. Algumas roupas têm forros de materiais “soltos” (costurado apenas nas extremidades), enquanto outras têm forros “colados” diretamente na face interna. Jaquetas mais técnicas possuem forros mais finos para maior conforto durante atividades pesadas.
  • Costuras seladas: costuras seladas são ótimas para roupas à prova d’água, pois evitam que a água penetre pelos furos da costura.
  • Tampa: os zíperes, bolsos, botões e outras aberturas devem possuir uma “tampa”, ou seja, devem ser cobertos pelo tecido, para evitar vazamentos e proteger melhor o usuário.

Design técnico

Algumas roupas de chuva possuem um design mais técnico, que ajudam na performance em atividades mais pesadas ou profissionais - incluindo escalada, montanhismo, expedições, esqui ou atividades na neve. Se for isso que você procura, observe alguns detalhes:

  • Reforço do tecido: previne corrosão e rasgos no traseiro, joelhos, cotovelos e ombros .
  • Cotovelos e joelhos articulados: permitem excelente mobilidade.
  • Proteção à fricção: protege o tecido na parte interna da calça, onde ocorre mais fricção durante longas caminhadas.
  • Mangas mais longas: mantêm os braços cobertos – e protegidos – mesmo quando esticados para alcançar alguma ferramenta.
  • Bainha fechada com cordim: sela contra vento, neve e chuva.

Fonte: http://360graus.terra.com.br/

domingo, 9 de dezembro de 2007

O que fazer em um dia de chuva.



Uma das situações muito comum que o campista pode enfrentar quando acampa e o mal tempo. Até porque campista não se interessa muito por previsão do tempo (digo por mim, já tomei um monte de chuva). Depois de algum tempo a gente vai aprendendo a lidar com estas situações. Essa é uma situação que deve ser pensada antes mesmo do inicio da vida de campista. Deve ser pensada quando decide comprar uma barraca. Mais uma vez, lembrando, se quer evitar situações constrangedoras e caóticas compre uma boa barraca, de preferência por marcas conhecidas e recomendadas. Para isso fique atento a um detalhe no ato da compra, coluna da água do teto e do piso da barraca. Uma boa barraca deve ter teto e piso a partir de 1000mm de coluna d’água.
 
Umas das opções para se lidar com esses momentos são as tendas modelo Gazebo. Elas oferecem uma área maior para se proteger alem de oferecer abrigo aos equipamentos, até mesmo para as barracas mais fracas, que não suportam água. Outra alternativa para quem acampa em campings fechados é acampar próximo a área de lazer cobertas, aquelas áreas onde se tem as churrasqueiras, ou lavador de pratos. Assim em caso de emergência vc corre para lá...mas fecha a barraca antes pelo menos! Uma lona reserva de plástico é bom ter. Seja para por encima da barraca, ou cobrir algo que não pode molhar. Cuidado ao cobrir a barraca para que o vento forte não leve a lona junto com sua barraca pelos ares...
 
Mas o que fazer quando se esta no acampando e aquele dilúvio em cima da barraca? Dormir, jogar baralho, pular na piscina, namorar...cada um faz aquilo que gosta, que mais lhe convém. Quem leva radio ou TV nesta hora ganha um importante aliado. Quem esta em um local aberto (parques, montanhas) não tem, por exemplo, a opção piscina, não tem lanchonete no camping, por outro lado pode ter uma linda lagoa de água azul para poder dar um mergulho.
 
Uma coisa é certa: Mantenha a calma e o bom humor. Quanto de nós já tomamos chuva acampando ou pior, quando se está chegando, armar a barraca e arrumar todas as coisas com chuva...pergunte a algum amigo campista se ele já armou sua barraca em baixo de chuva. A maioria de nós campistas dirá que sim. Isso é normal, principalmente em um pais tropical como o Brasil, nem vou falar de São Paulo.... Como me disse um colega campista certa vez “Nestas horas que ficam as historias que vc vai contar para os outros” Verdade.
 
Alguem tem mais sugestões, nos conte!